Data Exibição
EUA – Fox: 23/09/08
Brasil - Warner: 31/03/09
Mais um episódio mediano, que não ficou à altura do piloto. Aqui, tudo começa com um sujeito chamado Roy se confessando ao padre, dizendo que tem visões de Deus – ou do Diabo. Isso parece mais coisa de “Supernatural”. Mas, em “Fringe”, tudo é explicado pela ciência – ou quase isso.
Em uma dessas visões, ele sabe que algo ruim acontecerá com um ônibus. O que vemos é alguém lançar um gás dentro de um ônibus, fazendo com que o ar seja “solidificado” e matando a todos dentro dele.
Como sempre, o Dr. Bishop desvenda o caso: devido a uma experiência que ele e o enigmático William Bell realizaram durante a adolescência de Roy, ele teve seus sentidos apurados a ponto de conseguir captar sinais de uma tal “Rede Fantasma”, que dá nome ao episódio. Nessa rede, ele consegue saber de diversos crimes e atentados antes que eles aconteçam.
Plugando uma de suas estranhas engenhocas à cabeça de Roy, o Dr. Bishop faz com que ele possa ouvir as conversas passadas na “rede” e transmiti-las à Olivia e sua equipe. Assim, ela descobre que o sujeito que lançou o misterioso gás no ônibus estava atrás de um estranho disco de vidro.
No final do episódio, esse disco é entregue por Broyles a Nina na Massive Dynamic. Ainda na misteriosa empresa que parece estar por trás de tudo de ruim que ocorre no mundo, vemos que eles estão fazendo “download” do cérebro do agente Scott, morto no primeiro episódio.
É cedo ainda para dizer, mas “Fringe” não conseguiu manter o encanto criado com o episódio piloto. A tal “ciência de borda” é inverossímil demais – embora esta possa ser a proposta do seriado. O ritmo ainda é lento e o seriado está cada vez lembrando menos seu ancestral, por assim dizer, “Arquivo X”. Torço por melhoras nos próximos episódios.
***Músicas que tocam nesse episódio***
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cool
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