Data Exibição
EUA – NBC: 23/03/09
Brasil – Universal: 22/05/09
Este episódio de “Heroes” era bastante esperando pelos fãs pela volta de Bryan Fuller, que foi um dos responsáveis pelo grande sucesso do seriado da primeira temporada. Ele retornou neste episódio como escritor, mas nem isso foi capaz de dar o fôlego que “Heroes” precisa para voltar a ser um grande seriado.
O episódio começa no apartamento de Danko, onde havíamos visto Sylar no episódio anterior. Desde o primeiro segundo fiquei na expectativa para ver novamente o vilão em ação, agora ainda com mais raiva após o encontro com seu pai, feito pelo ótimo John Glover no episódio anterior. Mas, minha expectativa logo se tornou decepção: Sylar nem sequer apareceu no episódio. Além disso, ainda deixou Eric Doyle, o “mestre dos marionetes”, como presente para Danko.
Quem dá as caras neste episódio é a sempre chata Angela Petrelli: ela tem mais um de seus encontros com Noah Bennet, antes de ser perseguida pelos homens de Danko e escapar com a ajuda de Petter “Pé no Saco” Petrelli. Não adianta: só simpatizei com Petter quando ele ainda tinha seus poderes, ou quando era o cara mau do futuro. Depois que ele os perdeu e recuperou apenas um de cada vez, não vi a menor graça no personagem.
Noah tem um plano “brilhante” para capturar o cada vez menos misterioso Rebel: deixar a estonteante Tracy escapar, porque ela irá ao encontro ele. Antes de escapar, ela ainda liberta Parkman, Suresh e Daphne – esta à beira da morte. Como já vinha sendo antecipado por muitos, o Rebel é ninguém mais do que o garoto prodígio Micah. Após uma lição de moral do pequeno, Tracy decide usar toda a sua frieza para causar a cena de maior impacto nesses últimos episódios: uma “frente fria”, como sugere o título do episódio, congela um estacionamento, matando os agentes que estavam em seu encalço. Infelizmente, a loura gelada é morta por Danko que, literalmente, a quebra em pedaços. Será que ainda encontrarão algum papel para trazer de volta a bela Ali Larter mais uma vez a “Heroes”? A propósito, a continuação da cena, em que o olho congelado dela se fecha e uma pedrinha de gelo escorre é totalmente sem sentido!
Falando em cenas sem sentindo, Parkman está com Daphne no hospital, onde ela é tratada como se fosse a Gwen Stefani. A propósito, ela realmente lembra a vocalista do “No Doubt”. Ela se recupera e foge para longe de Parkman. Ele a encontra em Paris, no topo de um edifício. Como ele chegou tão rápido lá? Voando! Sim, Parkman voa. Quer mais? Ele e Daphne repetem a cena do vôo de Lois e Clark em “Superman Returns”. Quando eu achava que os roteiristas de “Heroes” tinham ficado doidos, a explicação: Daphne está realmente morrendo, e toda essa cena foi criada pelo poder de Parkman. Ufa, que alívio! Mesmo assim, a cena é estranha demais.
Ah, sim, temos Hiro e Ando cuidando do bebê Matt Parkman. Felizmente, descobrimos que trata-se do filho de Parkman, e não de mais uma viagem no tempo. O bebê tem também um poder: ele consegue “ligar” as coisas, e por isso também está sendo procurando. Na terceira cena sem sentido no episódio, os dois japoneses escondem-se numa pilha de bichos de pelúcia. Imagino que a intenção é que fosse engraçada. Quando os homens de Danko chega, Hiro descobre que o pequeno Matt conseguiu “ligar” seu poder novamente, e ele consegue manipular o tempo. Isso me dá certo alívio, porque eu não suportava mais Hiro sem poderes.
Para terminar, Peter e Angela estão no topo da estátua da liberdade.
O episódio foi fraco. Espero que Bryan Fuller consiga fazer mais por “Heroes” e salve o seriado de ser cancelado ou abandonado – ao menos, por mim. Sylar faz falta a “Heroes”. É difícil um episódio empolgar quando Zachary Quinto não está em cena.
Eu achei bem fraco esse episódio de Heroes tambem viu Adelson.
ResponderExcluirAssim como você eu não notei o ''efeito fuller'' também. Para mim Heroes continua a mesma bosta que já tava antes, falando sobre a série no português claro, que só dessa maneira a gente pode dizer o quê Heroes vêem significando...bosta nenhuma.
Abração, otimo review!
Discordando um pouco de você, eu achei excelente esse episódio. A série mudou muito de uns episódios para cá e esse conseguiu trazer de volta toda a empolgação que eu tinha com a série antigamente.
ResponderExcluirAli larter reinou na cena do Cold Snap.
Fuller faz tão bem a Heroes.
Que venham os outros episódios.
Flw
Obrigado pela visita e pelos comentários!
ResponderExcluir@Petter: Eu sinto saudades dos primeiros episódios de "Heroes". Houve raras exceções nesta temporada, mas achei a maioria dos episódios bem fracos.
@Solimar: Numa coisa eu concordo: a Ali esteve mesmo ótima! A cena do "cold snap" foi impressionante de tão bem feita. É mesmo pra marcar o seriado. Mas, espero me empolgar mais com os próximos episódios.
Um abraço!