Após ter assistido ao piloto de Caprica, fiquei ainda mais curioso sobre a cultuada série “Battlestar Galactica”. Com um “pequeno” incentivo da Pat, hoje finalmente assistimos à minissérie de 2003, que deu origem ao seriado exibido na TV a partir de 2004. A minissérie tem 3 horas de duração e causou um impacto positivo tão grande quanto Caprica.
A história é bastante conhecida: a espécie humana esteve em paz com seus inimigos cibernéticos, os Cylons, por mais de quarenta anos. Sem uma razão aparente, os Cylons começam a atacar e destruir as 12 colônias conhecidas que os humanos habitam no universo. Os únicos sobreviventes estão em naves espalhadas pelo espaço.
Uma dessas naves é justamente a Battlestar Galactica (ou BSG, para os fãs), comandada por William Adama, que está prestes a ser transformada em um museu. Adama está também prestes a se aposentar, quando recebe a notícia sobre a nova guerra entre Cylons e humanos. Ironicamente, todas as demais naves da frota são destruídas e a BSG torna-se a única esperança de defesa para as naves civis que levam os humanos remanescentes – pouco mais de 50 mil deles.
O roteiro inteligente é justamente um dos pontos fortes de Galactica. Não se tratam apenas de naves espaciais fazendo as mais incríveis manobras. O enredo é interessante e desperta grande curiosidade para o que está por vir. Questões difíceis são abordadas, como a decisão em deixar para trás as naves que não poderia viajar a uma velocidade maior que a da luz, ou de sacrificar a vida de 85 tripulantes da da BSG em prol dos demais. No final do episódio, a BSG e as demais naves conseguem fugir dos Cylon e Adama os convence a ir em busca da Terra, um planeta citado apenas na mitologia e que seria habitado por outros seres humanos. Fantástico!
Os efeitos especiais são bem feitos, sem exageros e sem
atrapalhar o andamento da história. Os Cylons “cibernéticos”, por assim, são mostrados de forma contida, em poucas cenas. A nova geração deles possui agora uma estrutura orgânica, incapaz de ser diferenciada de um ser humano verdadeiro. As batalhas especiais são bem feitas, com naves e tiros por todos os lados.
O elenco também é uma atração à parte. A escolha do veterano e competente Edward James Olmos como o comandante Adama é perfeita. Ele convence em seu papel e traz segurança e autoridade ao comandante. Os demais atores fazem bem o seu papel, com destaque para Katee Sackhoff, que interpreta a talentosa piloto Starbuck.
Assistindo à minissérie, consegui entender um pouco mais do encanto que BSG desperta em seus fãs. Já é possível fazer relação com muitos dos personagens e eventos mostrados no piloto de Caprica, cujo seriado será exibido somente em 2010. Até lá, espero assistir aos demais episódios de Battlestar Galactica, um seriado que promete ser mesmo excepcional.
Eu, sem dúvida alguma, recomendo essa série. Estou até com vontade de assistir denovo.
ResponderExcluirOlá, Blogueigoo!
ResponderExcluirAgora estou assistindo a primeira temporada e adorando cada episódio! BSG é mesmo fantástica.
Um abraço e obrigado pela visita!
eh viciante ,deu ate vontade de ver de novo...
ResponderExcluirOlá, Dante!
ResponderExcluirBSG é mesmo viciante! Tanto que já encomendei meu box com o seriado completo para assisti-lo novamente, desde o início. :-)
Um abraço e obrigado pela visita!