Fraco, muito fraco. É a primeira coisa que me veio à cabeça ao terminar este episódio de “V”. Se o episódio anterior chamou a atenção por trazer várias surpresas e boas sacadas, este acabou sendo apenas “mais um episódio”, daqueles que não fariam falta se não fossem exibidos. Mesmo o final, que deveria ser uma cena de alto impacto, acaba não surtindo o efeito desejado.
Realmente, não há muito o que falar sobre este episódio. Os Visitantes querem injetar um misterioso produto nos humanos e o plano para isso é adicioná-lo à vacina contra gripe. A Resistência, até agora com apenas 4 pessoas, consegue destruir o depósito onde o as vacinas “batizadas” estavam estocadas.
A esposa de Ryan (obrigado ao Ricardo Martins pela correção!) descobre estar grávida. E lá vamos nós para mais um ser híbrido com humanos! Como se já não bastassem Farscape, Battlestar Galactica, Supernatural e tantos outros, essa criança deve ser especial e disputada por ambas as espécies.
E, na cena final, vemos uma gigantesca frota de naves dos Visitantes, ainda muito distantes, rumando em direção à Terra. A dúvida é: como nós, pobres e atrasados humanos, conseguiremos derrotar os invasores e sobreviver a tudo isso? Se bem que, pela velocidade a que foram mostradas vindo para cá, ainda demorariam alguns milhares de anos para chegarem. Espero que eles cheguem pelo menos antes do seriado ser cancelado.
Agora, “V” só retornará em 2010. Os 4 primeiros episódios ainda não foram capazes de me convencer de que este seriado valerá a pena. Espero que haja muitas cartas escondidas nas mangas de Scott Peters e sua equipe para me surpreender quando retornarem.
O amor pelo futebol e vontade de fazer a diferença custou a vida de um homem. Um corpo não identificado foi levado a equipe de Alex, a principio se achou que o “fulano” seria um lutador, pelas suas cicatrizes, mas um médico afastou a ideia, já que o homem não possuía nenhuma lesão nos ossos da face. Um massagista resolve o mistério dizendo que se trata de um jogador de futebol e Walter é preciso nas suas observações ao dizer a posição em que jogava o “fulano”. Aliás, Walter arrasa nesse caso, conseguiu descobrir o local onde o “fulano” frequentava, graças a uma embalagem de lanche encontrado junto ao corpo e o corte dos picles.
Tyler faz um possível retrato do “fulano” na juventude e com isso Walter e Alex descobrem a identidade dele, Troy Bryant, que na atualidade era assistente do time de futebol de um colégio. Troy foi um jogador profissional, mas teve a carreira interrompida por uma lesão. Tentou fazer outra coisa, mas sua paixão pelo esporte falou mais forte e o levou a procurar os campos novamente. Como abandonou tudo para ser jogador, Troy não conclui seus estudos e por isso resolver ser assistente, por não poder ser técnico, já que precisaria do titulo de professor.
Walter se empolgou muito com o caso e passou dos limites. Sem paciência para esperar a policia, Walter entra no apartamento de Troy para procurar evidências sobre quem o matou e encontra. Entretanto, essa invasão deixa Alex irritado, principalmente porque poderia atrapalhar essa integração do grupo “The Forgotten” com a polícia. Walter acabou encontrando um bilhete ameaçador.
Troy tentou ajudar um jovem, cheio de talento, mas que corria o risco de terminar como ele terminou. Billy tinha tudo para ser um excelente jogador, mas tinha a vida comandada pelo seu tio. O tio comprou a resposta de um teste de química, pois Billy seria reprovado se fracassasse no teste e isso o tiraria a oportunidade de uma bolsa. Troy descobriu a cola e, após o tirá-lo de um jogo, ameaçou contar sobre a cola, mas Billy disse não ter usado as resposta.
O time venceu e foram comemorar em uma pizzaria. Troy foi buscar Billy, pois acreditava nele e queria que ele tivesse um bom futuro, tanto no time quanto na escola. Porém, o tio de Billy não compartilhava dos mesmos interesses que Troy, ele os seguiu e agrediu Troy, o matando com um golpe na cabeça. Tudo isso foi desvendado graças a Walter, que conseguiu que Billy contasse o que sabia e testemunhasse contra o tio. Walter também conseguiu que Troy fosse enterrado com honras.
Data Exibição EUA – CBS: 21/11/05 Brasil – Record: 06/10/09
Um jogo de vídeo game gera muito trabalho para a equipe de Horatio. Tudo começou com um assalto a banco totalmente fora do padrão. Jovens mascarados entraram no banco atirando, roubaram apenas um caixa, sequestraram o gerente e tentaram violentar uma mulher. Nada comum para um assalto desse tipo. Com informações do gerente, eles partem para outro assalto, essa sequência chama a atenção de Wolfe. Os jovens estão transformando um jogo em realidade, usam até um contador de pontos.
Sloan, Richard e Bailey dividiram o centro das atenções desse episódio, cada um com um problema diferente para enfrentar. Bailey recebe a visita inesperada de seu pai, que quis confirmar as noticias sobre a separação da filha. Já Slon e Richard são atormentados pelo passado.
Richard, preocupado com o julgamento de Meredith sobre o que viu no bar, chama a residente para conversar e conta que foi diagnosticado como alcoólatra, mas sofria de depressão situacional. Longe das cirurgias, Richard se ofereceu para ser mentor de Meredith, ela aceita e Derek tem certeza que a intenção do chefe é provocá-lo, pois não fizeram as pazes.
Uma jovem pega Sloan de surpresa e diz que é sua filha, Sloan Riley tem 18 anos é loira, linda e deixou o ex-garanhão depressivo, não só por pensar na sua idade, mas por saber sobre a existência de uma filha e nunca ter feito nada. Sloan conta a Derek que a mãe de Sloan lhe contou sobre a gravidez, ele deu a ela U$ 200 e desapareceu. Sem saber o que dizer, Sloan e Sloan realizam o teste de DNA e compravam a suspeita da jovem. Quando ele conta a Lexie, que estava cozinhando, corta a ponta do dedo, de susto.
Bailey se assusta com a reação do pai ao encontrá-la sozinha e por saber que ela passará o natal trabalhando, longe da sua família. A médica então pede a Derek e Meredith que a convide para o jantar de ação de graças, para mostrar ao pai que tudo está bem. O que não ficou bem foi o clima na mesa depois que Bailey resolveu desabafar e dizer o pai que está bem, que seu filho tem saúde e que é feliz assim.
O clima natalino mexe com Derek, Arizona e Sloan, que produzem um equipamento, com verbas próprias, para realizar uma cirurgia em um garoto. A deusa da cárdio continua surpreendendo Yang, dessa vez Teddy retirou o coração de uma paciente e a deixou em uma máquina. Yang disse que a moça só tem que esperar a noite de ano novo, quando muitos acidentes acontecem, e ela estava certa. Jesse, ao ver a alegria de Yang anunciando um coração para a jovem, a carrega pelo braço e mostra o desespero do pai da doadora, chorando sobre o corpo da filha.
Lexie, impaciente com a visita interminável da filha de Sloan, pede a ele para conversar com ela e perguntar quando ela irá embora. Sloan atende o pedido da namorada e descobre que sua família irá aumentar ainda mais, Sloan Riley está grávida e foi expulsa de casa, agora não tem para onde ir. Thatcher chama atenção da filha para o vício de Richard, ela diz que o pai está equivocado, mas descobre que ele estava certo. Joe liga para a Meredith para que ela dê um jeito em Richard, que está bêbado no bar.
O último episódio do ano e o melhor da temporada! Sem sombra de dúvida, The Vampire Diaries se superou nesses dois últimos episódios, me deixou de boca aberta com tantas surpresas. Amei tudo, das novidades aos desfechos, e coloca novidades nisso!
Novas mortes acontecem e a xerife pede a ajuda de Damon, já que ele virou o caça vampiro oficial da cidade. Damon não entende muito o que está acontecendo, mas Stefan volta atrás com o plano de sair da cidade e sai para avisar Elena sobre a existência de outro vampiro. Os irmãos Salvatores saíram à caça, mas foi Jesse quem entregou a identidade do novo vampiro: Logan. Elena aconselhou a tia a ignorar o ex-namorado.
Com a ajuda de Caroline, Damon encontrou o esconderijo de Logan, mas o vampiro o esperava. Baleou o seu assassino com balas de madeira e saiu para comer, foi até o colégio e aproveitou para dizer olá a xerife. Na busca por vingança Logan rapta Caroline, a sorte é que Matt viu a garota entrar no carro do repórter e Stefan foi atrás deles. Stefan levou Caroline para casa e Damon ficou responsável por matar Logan, mas o vampiro tinha uma carta na manga e conseguiu adiar sua morte.
Logan disse a Damon que sabe de uma outra maneira de ressuscitar Katherine, parece que o vampiro que o transformou também tem interesse nessa história. Por mais que Damon e Stefan perguntaram, Logan não contou quem foi que o transformou. Damon deixou Logan escapar para descobrir o que Logan sabe, mas uma surpresa atrapalhou os planos dele e de Logan. Alaric, o professor e novo paquera de Jesse, aparece no esconderijo de Logan e o mata. Não preciso nem contar o quão arrasado Damon ficou.
Elena, até que enfim, decidiu que não pode lutar contra o que sente por Stefan e se entrega a ele. Depois de uma noite maravilhosa, a curiosidade da jovem a faz descobrir que idêntica a Katherine, ela leva um susto e foge sem dizer nada a Stefan. Agora vamos ter que esperar até janeiro para ver qual será o destino do casal e qual o interesse de Alaric em Jesse. Ah, também tem o passado da família de Elena, base de pesquisa para o trabalho escolar de Jeremy. Tem também uma cena que me chamou muito minha atenção, Tyler violento e no fundo uma lua enorme. Teremos outras criaturas na próxima fase?
Gente, já ia me esquecendo de um detalhe muito importante: Elena saiu correndo da casa de Stefan e deixou para trás o seu colocar de verbana. Qual o perigo disso? Parece que Damon já não está mais interessado na moça, mas ele não é o único perigo da cidade. Dirigindo feito louca, Elena atropela uma pessoa no caminho e seu capota na estrada. Presa ao cinto e de cabeça para baixo, Elena vê a vítima desdobrar seu corpo e vir ao seu encontro. Que desespero!
Supernatural terminou o ano com uma surpresa nada agradável. Depois que Becky contou a Sam onde estava a colt, os Winchesters foram atrás dela e encontram o demônio mencionado por Becky. Armaram todo um esquema para invadirem a casa de Crowley, juntamente com Jo, mas tudo foi exagerado, pois o demônio quis colaborar e entregou a pistola sem reclamar. Além disso, Crowley contou a eles a localização de Lucifer.
Sam, Dean, Jo, Ellen e Bobby se preparam para matarem Lucifer, traçam um plano e vão atrás da luta final. Bobby, mesmo sem muito animo, tira uma foto do grupo para se lembrarem dessa data. Bobby fica e os quatro partem em busca de Lucifer.
Crowley não enganou os irmãos, mas Lucifer já os esperava e com uma recepção nada agradável. Ao chegarem na cidade, os quatro e Castiel encontraram dezenas de ceifadores, Castiel sabe que uma grande tragédia está para acontecer. O anjo sai a procura de respostas e cai em uma armadilha, é preso por Lucifer. O anjo do mal tenta convencer Castiel a passar para o seu lado, mas Castiel não deu o braço a torcer.
Jo, Ellen, Dean e Sam foram recepcionados por Meg e seus bichinhos de estimação, cães do inferno. Dean e Sam enfrentam os cães para que Ellen e Jo fujam, entretanto, Dean é atacado e Jo volta para ajudá-lo, ela acaba com seu abdômen rasgado. Os quatro conseguem se abrigar, mas são encurralados pelos cães do inferno, Jo então toma uma decisão, ela terá que se sacrificar para permitir que Sam e Dean encontrem Lucifer.
Ellen não permite que sua filha morra sozinha e decide ajudá-la a acabar com os cães. Uma bomba é armada em volta de Jo, Ellen abre as portas do armazém enquanto Dean e Sam saem pelos fundos. Jo não resiste e morre antes de detonar a bomba, Ellen, ao sentir a respiração dos cães, aciona a bomba e explode tudo. Sam e Dean conseguem escapar e, finalmente, ficam cara a cara com Lucifer.
O “malvadão” diz a Sam que ele ainda irá ceder a sua vontade e lhe oferecer seu corpo, é claro que o caçula dos Winchesters recusa aceitar esse destino. Dean aproveita a distração de Lucifer e usa a colt. Foi tudo muito fácil, Lucifer caiu imóvel no chão! É claro que as coisas nunca são tão fáceis para Dean e Sam. O tiro doeu, mas não foi capaz de matar Lucifer, o anjo se levantou e jogou Dean longe. Lucifer não olhou para trás e continuou o seu trabalho, um ritual para libertar o “Cavalheiro da Morte”. Castiel se libertou a tempo e resgatou seus dois amigos.
Este episódio de “Heroes” devolveu-me à realidade, após um momento de excitação com o episódio anterior. Neste episódio, nenhuma surpresa: é Dia de Ação de Graças e as famílias se reúnem, mesmo sem terem muito pelo que agradecer. Os Petrelli enfrentam uma situação pesada pela descoberta da morte de Nathan. E os Bennet têm uma incômoda reunião de família.
A situação de Nathan / Sylar fica mais estranha a cada dia. Neste episódio, parecia que o vilão finalmente havia acordado e estava pronto para sua vingança. Mas, a consciência de Nathan venceu e o impediu de matar a Sra. Petrelli. Por fim, ele sai voando e Petter promete que trará seu irmão de volta. Como ele fará isso não tenho a menor idéia.
Na casa dos Bennet, Noah reúne sua ex-esposa (com o respectivo namorado), Claire e Lauren, sua ex-futura-amante. Bem, talvez agora eles tenham uma nova chance. Num momento sem o menor sentido de existir, Claire enfia uma faca no braço para mostrar ao namorado de sua mãe que as coisas não são tão simples. E, como as coisas não precisam ter sentido em “Heroes”, ela e Gretchen decidem ir atrás de Samuel.
Já no circo, Hiro e Lydia descobrem que foi Samuel quem matou o irmão. Isso deveria ser surpresa para alguém?
Para mim, este episódio significou a volta ao baixo nível dos episódios que vem sendo exibidos nesta quarta temporada. Arrumaram até uma namorada para o Mr. Muggles, o insonso cãozinho da insonsa Sra. Bennet. Parece que está mesmo faltando assunto ao seriado.
Confesso que eu estava achando este episódio de “Dexter” enfadonho nos primeiros momentos. Dexter continua tentando entender Trinity. Mas, ele percebe que por trás do verniz, a família de Arthur nada tem de perfeita. Pelo contrário: o que acontece lá mais parece um reino de terror. O episódio toma então um ritmo vertiginoso, com enormes surpresas. Impossível não ficar boquiaberto no final.
Até mesmo Dexter se surpreende com o que vê na casa de Arthur Mitchell. Seu filho é maltratado, a ponto de ter o dedo quebrado após danificar o carro do pai. A filha oferece favores sexuais a Dexter para ele a leve com ele. E a maior preocupação da esposa é garantir que o marido não saiba de nada disso.
Mas, as coisas esquentam mesmo quando o filho decide enfrentar seu pai durante o jantar de Ação de Graças. Arthur só não o mata porque Dexter o impede. Num momento de explosão, Dexter ameaça matá-lo no chão da cozinha. Ele também é salvo por pouco por sua família, que vê desesperada a cena. Ver Dexter arrastando-o pelo chão da casa foi impressionante!
A situação é decepcionante para Dexter, que imaginava ter encontrado um modelo de vida e a solução para os seus problemas. Seu medo agora é que sua família também fique assim um dia. Falando em família, Rita continua com seu perigoso jogo de sedução com o vizinho. Para complicar as coisas, Masuka os vê enquanto se beijam. O que fará Dexter ao descobrir essa traição? Como eu disse no episódio anterior, não me parece uma boa idéia mexer com a esposa de um serial killer.
Já Debra parece ter descoberto quem atirou nela e matou o agente Lundy. Ninguém menos que Christine, a repórter que aparece semi-nua a cada dois episódios. Ponto para Dan Artimos, do Episódios Comentados, que havia citado seu nome no comentário deixado no episódio anterior. Mas, a surpresa maior foi guardada para o final: Arthur bate à porta de Christine. Quando eu imaginava que ele iria atacá-la, ela o chama de “pai”! Nunca, em minha sã consciência, eu havia sequer cogitado essa idéia.
As coisas ficaram infinitamente mais complicadas para Dexter agora. Arthur agora conhece o instinto assassino do “amigo”. Não deve demorar para ele descobrir quem está por trás do disfarce. Imagino que, após isso, Trinity deixará de ser um manso cordeiro e partir para o ataque. Para o seriado, isso é ótimo! Parece que finalmente teremos os dois se enfrentando de igual para igual.
Quanto à Christine, ainda não sei se ela matou Lundy a pedido do pai. Nem se ela sabe que seu pai é Trinity. Teremos que aguardar os próximos episódios para confirmar isso e entender como isso influenciará a história. Se ambos se aliarem, Dexter estará mesmo em maus lençóis.
“Dexter” continua tendo um desenvolvimento fantástico nesta temporada. Poucos esperando que esta quarta temporada fosse tão boa quanto está se mostrando. São histórias como esta que fazem de “Dexter” um dos mais criativos e sólidos episódios em exibição na TV.
Neste bom episódio que marca o final desta primeira parte da nona temporada de “Smallville”, finalmente vemos os detalhes do futuro vivido por Lois em sua viagem ao futuro, graças ao anel da Legião de Super Heróis. O futuro, apenas um ano à frente, é sombrio: a Terra está dominada por Zod e seus aliados, que reconquistaram seus poderes. Resta a Clark impedir que esse futuro se torne realmente.
Muitos fatos vistos durante esta temporada se encaixam agora. A Torre Solar, o grande projeto de Zod proposto a Tess, é na verdade a forma que ele encontro para dar aos kandorianos seus super-poderes na Terra. A Torre transforma os raios solares em vermelhos, o que lhes dá poderes, mas elimina os de Clark. Foi assim que eles conquistaram o mundo.
Quem oferece resistência a eles é um movimento liderado por Chloe e Oliver, que luta contra os inimigos com armas de kryptonita. Clark é visto como um traidor, por tê-los abandonado e decidido lutar sozinho contra Zod.
Como era de se imaginar, esse futuro é o pior possível para todos. Ao fim do dia, estão mortos Clark, Chloe, Oliver e até Tess! O lado bom é que Clark também viu o futuro. Resta a ele tomar as decisões corretas para evitar que ele aconteça. Por isso, ele resolver dar uma chance a Zod no presente. O episódio termina com os aliados de Zod ajoelhando-se perante Kal-El, uma cena altamente improvável.
Fica agora a expectativa para a continuação da história, que só acontecerá daqui a alguns meses. Estará Clark tomando a atitude correta ao procurar Zod, ou isso é exatamente o que é necessário para o futuro se concretizar?
“Smallville” tomou um caminho perigoso nesta temporada. A liberdade em relação à história original do Superman atingiu talvez seu maior nível, seguida de perto pela aparição de Doomsday na temporada passada. Agora, trazer os clones de Zod – e até de Jor-El! – à Terra foi extremamente arriscado.
Mas, penso assim: quem se incomoda com essas liberdades criativas já deixou de assistir “Smallville” há muito tempo. Resta-nos agora esquecer as possíveis implicações que isso traria à trama original do herói e nos divertirmos com o que nos é apresentado. Olhando por esse lado, “Pandora” foi realmente interessante. Ver como seria a Terra sem a presença do Superman para protegê-la é assustador. Isso não é novidade: já foi mostrado em “Lois & Clark” e mesmo nos filmes com Christopher Reeve.
Um fato é certo: “Smallville” se afastou muito de seu objetivo inicial, que era apenas mostrar a adolescência desconhecida de Clark antes dele se tornar o Superman. Todo avanço agora interfere no que já foi mostrado em outras mídias. Como não canso de repetir aqui, minha grande torcida é para que a próxima – e até o momento prometida como última – temporada consiga ser interessante e consistente para mostrar quando o super herói irá tomar forma.
Fantástico! É a primeira palavra que me vem à cabeça quando penso neste episódio de “Fringe”. Para mim, o Observador é “o” personagem mais interessante e mais misterioso do seriado. Após o longínquo episódio “The Arrival”, na primeira temporada, esta é a primeira vez que voltamos a ter mais pistas sobre a misteriosa figura. Ou melhor: figuras, já que existem diversos Observadores. A frase “há mais de um de tudo” volta a ter sentido em “Fringe”.
O início do episódio já nos deixa com imensa expectativa. Diferente do que acontece nos anteriores, agora podemos ver o Observador em ação, fazendo o que sabe fazer melhor: observando. Mas, isso não dura muito tempo e acontece algo inesperado: o Observador deixa sua posição passiva e seqüestra uma garota. Mais surpreendente ainda é quando ele utiliza sua avançada arma contra uma pessoa que tenta impedi-lo.
A partir daí, começa uma caçada contra o estranho personagem. Claro que a divisão Fringe é acionada. O caderno de notas “esquecido” pelo Observador é uma grande pista, especialmente para Walter. Com o desenrolar da história, somos surpreendidos com algumas informações: ele não é o Observador que vemos desde o início do seriado, mas sim outra pessoa. O auge da surpresa ocorre quando vemos uma reunião entre os Observadores, sendo que um deles parece ser seu líder. Nessa reunião, temos mais uma pista sobre o passado de Peter: a interferência dos Observadores, salvando a vida de Walter e trazendo o “outro Peter” para este mundo, se deu para corrigir um erro causado por eles próprios. O que terá sido?
Outro fato surpreendente é que descobrimos o motivo do seqüestro feito por August – este é seu nome: sua intenção foi salvar a garota da morte, já que ela estaria em um vôo que cairia, matando todos os seus passageiros. Nesse momento, entra em cena a onipresente Massive Dynamics, que já vinha estudando também a estranha figura. Descobrimos assim que o Observador vem acompanhando a História da humanidade desde tempos imemoriais. Achei fantástica a forma como ele foi retratado em importantes eventos, como o início da Primeira Guerra Mundial.
Também gostei muito da explicação do cientista da MD: os Observadores parecem figuras atemporais, que conseguem enxergar tudo o que acontece, sem estarem presos à nossa percepção do tempo. Uau! Fazia tempo que eu não via uma explicação assim desconcertante no seriado. A outra revelação do cientista é que nunca antes os Observadores foram vistos tantas vezes quanto nos últimos meses. Isso indica que algo grandioso está prestes a acontecer.
Em um estranho encontro entre Walter e August, entendemos o motivo das estranhas ações do Observador neste episódio: amor. Se para os humanos os sentimentos já são confusos, imagino a bagunça que eles devam causar na cabeça de um ser tão racional e lógico quanto August. Em sua simplicidade, Walter acaba ajudando-o, mesmo que isso signifique a morte do Observador.
Para terminar, vemos o prenúncio de maus tempos para Olivia. Numa cena bacana em uma montanha russa, o líder dos Observadores anuncia que ela enfrentará dificuldades. Gostei muito de ver Anna Torv sendo espontânea nesta cena! Afinal, não há muito lugar para interpretação quando se está numa situação como esta.
Foi um episódio sensacional. Ouso dizer que o melhor que já vi em “Fringe”, seguido de perto por “Momentum Deferred”. Ainda que não tenhamos todas as explicações para os Observadores, foi ótimo enxergá-los mais de perto. Falta agora saber de onde eles vieram, por exemplo. Mas, mesmo com cara de “filler”, “Fringe” volta a tocar no problema iminente que estamos para enfrentar. E é ótimo sentir novamente que o mundo está prestes a destruído, a menos que Olivia e sua equipe façam algo a respeito.
Este episódio de “Flash Forward” não pode ser classificado como impactante, surpreendente ou algo do gênero. Desta vez, não tivemos praticamente nenhuma nova revelação sobre o “blackout” em si. A história foi mais focada nos dramas pessoais de Bryce, Aaron e Dimitri. Pela história de Bryce, achei o episódio “simpático”. Não é muito, mas ao menos foi interessante conhecer um pouco mais sobre ele e sua busca pela mulher de seu “flash forward”.
Finalmente conseguimos entender porque Bryce tentou o suicídio no dia do “blackout”. Além de estar com câncer já em estado terminal, ele ainda estava desiludido com a carreira que escolheu. Após a visão que teve com a misteriosa oriental, tudo mudou. Como ele mesmo descreve, depois disso ele tinha um motivo para viver. Muito do episódio retratou seu esforço para encontrar essa mulher, o que o levou ao Japão. Mas, como o destino tem seus caprichos, Keiko – esse é o nome dela – veio para os EUA justamente para encontrá-lo. O mais surpreendente é que ambos vieram no mesmo avião e nem se viram. Talvez seja uma prova de que o futuro não pode ser apressado.
Dimitri tem novas pistas sobre o seu futuro assassinato. Ele descobre que a ligação foi gravada, o que permite ao FBI descobrir que ela foi feita de Hong Kong. Como se fosse a coisa mais natural a fazer, Mark e ele desobedecem às regras e rumam para lá.
É interessante notar como os “flash forwards” impactaram as pessoas de forma diferente. Enquanto para Dimitri ele trouxe desesperança, para Bryce ele trouxe sua salvação.
Mas, o drama mais pesado acontece com Aaron. Ele percebe que ter sua filha de volta não está sendo tão bom quanto ele imaginava. Tracy está deprimida e bebendo, a exemplo do que aconteceu com ele no passado. Para piorar as coisas, Mark o acusa de ter enviado a Olivia uma mensagem dizendo que ele estava bebendo durante sua visão.
E foi apenas isso. Como eu disse, nenhuma revelação surpreendente. O único avanço na investigação foi descobrir que o Suspeito Zero usava um anel com a letra alfa, o que ainda não ajudou em nada. Por outro lado, a história de Bryce e Keiko foi bem contada e embalada pela clássica “Shelter From The Storm”, música de Bob Dylan.
Desta vez, preciso dar o braço a torcer: “V” conseguiu superar minha expectativa com este episódio. Tudo bem que eu não esperava muita coisa, mas houve momentos interessantes que fizeram deste um bom episódio. Os Visitantes continuam com seus planos para conquistar pacificamente a confiança dos humanos. Mesmo com alguns truquezinhos sujos, eles estão indo muito bem em direção ao objetivo.
O episódio mostra um grande dia para os Visitantes: os EUA finalmente concordaram em conceder a eles vistos de permanência no país. Claro que Anna é a primeira a receber o seu. Mas, uma ameaça de atentado contra os alienígenas coloca a agente Erica em uma situação interessante: agora ela precisa protegê-los. Isso lhe dá a chance de entrar em uma das salas de monitoramento dos Visitantes e descobre que todas as jaquetas distribuída aos chamados Embaixadores possuem uma câmera de vigilância. Imaginem o que nossos novos amigos conseguirão fazer com isso! O que Erica não percebe é que o atentado foi mais uma manipulação dos Visitantes, para perdoar o “criminoso” em público e ganhar mais alguns pontos com os humanos.
Por outro lado, os Visitantes também não contavam com uma pequena surpresa: o médico encarregado de fazer o praticamente ressuscitado Dale recuperar sua memória é membro da Quinta Coluna, o movimento interno de resistência contra os Visitantes. Finalmente uma boa notícia para os humanos.
Tyler, o filho de Erica, consegue voltar a ser um Embaixador da Paz. Claro que isso é obra da gracinha Lisa. E, se não fosse pela chegada de surpresa de sua mãe, ele descobriria qual a sensação de uma relação sexual interplanetária. Mas, como acontecia em “Smallville”, a cena é uma desculpa para Laura Vandervoort mostrar suas curvas perfeitas. Mal sabe Tyler o que se esconde por trás daquela pela clarinha! E, temos mais uma surpresa no final: Lisa é filha de Anna, a lagarta-mor! Pobre Tyler.
Um personagem que me surpreendeu neste episódio foi o Padre Jack. É interessante acompanhar o conflito que os fiéis trazem a ele, e que refletem exatamente o que ele sente. Não deve ser nada fácil ter suas crenças questionadas de uma forma tão forte. Ainda não me acostumei a vê-lo liderando um movimento de Resistência. A surpresa é mais ou menos a mesma da cena em que Tyler o vê à porta e grita para Erica: “Mãe, tem um padre aqui na porta!”
Mas, o movimento de resistência começa a tomar forma. Ryan e Georgie, ambos Visitantes rebeldes, juntam-se à Erica e Jack. E um misterioso nome surge: John May, um nome lendário entre eles, que já comandou a Quinta Coluna. Quem será ele? Ainda devemos ouvir muito sobre ele.
Foi um episódio interessante, com boas surpresas. Com isso, “V” ganha alguns pontos comigo e me deixa curioso com o rumo que as coisas tomarão de agora em diante.
Eis que “Heroes” parece finalmente ressurgir das cinzas e exibir um episódio interessante! Neste “Brother’s Keeper”, temos algumas surpresas interessantes que mudam muita coisa na história. Finalmente, conhecemos um pouco mais da verdadeira história de Samuel. Agora, consigo entender porque ele insiste tanto um reunir mais membros para sua “família”.
Eu não havia parado para pensar que poderia haver ainda mais maldade por traz do que Samuel aparentava. E há. Graças ao chato – mas, saudoso! – Mohinder, descobrimos que Samuel e seu irmão vieram de Coyote Sands, o acampamento montado pelo governo décadas atrás para estudar as pessoas com poderes. Mesmo antes de seu nascimento, Samuel já apresenta poderes sísmicos.
Mas, a grande novidade é: se ele reunir determinado número de pessoas com poderes à sua volta, ele conseguirá multiplicar muitas vezes o seu próprio poder! Agora sim entendo o quão perigoso ele pode ser. Também entendo o porquê daquela história de juntar pessoas com poderes para elas se sentirem melhores juntas. Assim, começo a enxergar o grande vilão que parece haver por trás daquela conversa macia.
Outra história que ficou interessante foi a centrada no trio Nathan, Peter e Parkman. Ou um quarteto, se adicionarmos Sylar. Ao contrário do que o episódio anterior parecia sugerir, Parkman não morreu. Nem Sylar! Após a revelação de que o verdadeiro Nathan está morto e um leve toque de mãos, Sylar parece finalmente estar livre para tomar seu corpo de volta. Isso parece ficar interessante. Muito mais do que estava sendo a enfadonha luta do vilão contra o abobalhado Parkman.
Até Claire conseguiu ter um momento interessante no episódio, fazendo companhia para Tracy. Mas, vê-la sendo congelada e perdendo um pé foi um tanto estranho. E, por um breve momento, me pareceu que Claire estava tentada a beijar Tracy! Bem, entre ela e Gretchen, a escolha não parece nada difícil!
Em resumo: este foi um dos melhores episódios desta temporada de “Heroes”. O papel de Samuel parece ter ficado mais claro agora. Imagino uma luta final entre ele, já repleto de poderes, e Nathan/Sylar. Será que é querer demais?