Data Exibição
EUA – ABC: 25/03/10
Este foi um episódio mediano de “Flash Forward”. Não foi dos melhores, mas também não é descartável. À maneira de “Lost”, vemos alguns flashbacks para nos ajudar a entender a história de Aaron e sua filha Tracy. Vemos também Mark confrontando seu flash forward com o de Simcoe, o que traz novas revelações à tona.
O maior pecado de “Flash Forward” é não conseguir manter um ritmo interessante. Na maioria das vezes, o roteiro parece arrastado, demorando a revelar os detalhes interessantes da história. Este episódio é um bom exemplo disso: se formos resumir, há duas ou três revelações interessantes. Mas, elas acabam se perdendo pela forma como a história é contada. Esse é um dos grandes motivos para o seriado não ter feito o sucesso que se imaginava que faria.
Através de um flashback, descobrimos que Aaron já esteve preso por alguns anos após uma briga num bar. Confesso que não entendi bem a função dessa cena. Talvez para nos mostrar que ele é mais durão do que parece? E que por isso será capaz de enfrentar o que vem pela frente? O fato é que sua filha Tracy é seqüestrada pela misteriosa organização Jericho. Uma informação interessante é que James Erskine, o chefe da organização, é interpretado por James Remar, que participou do saudoso seriado “Jericho”. Ele também está em “Dexter”, onde faz o falecido Harry Morgan, pai do protagonista. Mas, o absurdo é que Aaron consegue invadir a casa do chefão de uma organização mercenária e plantar uma escuta telefônica nela. O próximo passo de Aaron é ir ao Afeganistão em busca de sua filha. Exageros como esse me incomodam.
Falando em exagero, Zoey, a noiva de Demetri resolve torna-se advogada de defesa de Alda Herzog, a terrorista, para ter acesso às informações do Mosaico e conseguir salvar a vida do noivo. A situação é estranha demais! Mais estranho ainda é o fato da arma de Mark, que deve ser a responsável pela morte de Demetri, simplesmente desapareceu da agência. Não parece ser tão simples assim alterar o futuro.
Um momento interessante do episódio é quando Mark leva Simcoe para sua casa e o obriga a contar sua versão do flashforward. Assim, descobrimos que Simcoe conhece D. Gibbons – ou Dyson Frost, seu verdadeiro nome. Também descobrimos que deve ser ele o responsável pelo próximo blackout.
Algo que também pode trazer um desenvolvimento interessante é a decisão de que Vogel, Janis, Demetri e Simon irão para a Somália para investigar o mini-blackout ocorrido por lá. A presença de Simon só deve servir para tornar as coisas mais complicadas.
Em resumo: o episódio não foi dos melhores. Mas, algumas informações são importantes para o desenvolvimento da história. Só espero que o ritmo dos próximos episódios seja melhor e torne as coisas mais interessantes.
é inevitável falar que a série melhorou, mas o fato de atores estarem fazendo testes para outras produções já dá o gostinho de cancelamento a vista :(
ResponderExcluirOlá, Dan!
ResponderExcluirEu sou daqueles que torço para que Flash Forward engrene e torne-se interessante. A história é boa e pode gerar bons episódios!
Só espero que haja tempo para isso antes que o seriado seja cancelado.
Um abraço!