Data Exibição
EUA – ABC: 20/05/10
Finalmente, chegamos ao fatídico dia 29/04/10 em “Flash Forward”, o dia em que as visões podem se concretizar. Há euforia mundial sobre o evento, mas Mark e o FBI ainda têm muito o que resolver – especialmente o que fazer para evitar que um novo “blackout” aconteça. Neste penúltimo episódio do seriado, como é de costume, vemos muitas histórias caminhando paralelamente, algumas em direção a concretizar os “flash forwards”, outras mostrando que eles não acontecerão.
Madrugada do dia 29/04. Para Charlie, este é o dia em que seu pai morrerá e ela acorda assustada de um pesadelo. Isso dá o tom deste episódio: é hora de sabermos quais são as visões que realmente se concretizarão.
É justamente Mark Benford o maior interessado neste dia: desde sua visão, ocorrida meses atrás, ele já sabia que ele seria o maior responsável pela investigação do evento. Também já sabia que sua vida estaria ameaçada neste dia. A captura de Hellinger, o chefe da organização por trás do “blackout” no episódio anterior, prometia lhe dar as respostas que ele tanto queria. O engraçado é que, mesmo com as previsões de curto prazo de que Mark perderia a calma e agrediria Hellinger, causando sua ruína, é exatamente isso o que ele faz. Ele também havia visto em sua visão que voltaria a beber – o que também é exatamente o que ele faz. Inverossímil demais, não? Mas, a história precisa disso.
Falando em história, não faz sentido ainda o primeiro blackout – nem o próximo. De acordo com a CIA e o FBI, o objetivo dos “blackouts” seria obter vantagens financeiras e políticas – o que Hellinger já vinha fazendo. Mas, para isso, ele não precisa de um evento em escala mundial. Os “flash forwards” individuais, conseguidos durante as experiências de Dyson Frost, já seriam suficientes. Espero que haja uma explicação melhor para isso.
E há as visões não concretizadas: Demetri continua vivo, apesar dos pesares. Mas, ele revela à sua chata noiva que é pai do filho de Janice. Ótima explicação: ela precisava ficar grávida, ele achava que ia morrer. Mas, a desculpa não cola. Então, Demetri e Janice fazem algo que via totalmente contra qualquer ação racional: eles levam Simon – um dos responsáveis pelo primeiro “blackout” – ao acelerador de partículas, justamente onde ele pode causa a segunda catástrofe em escala mundial. No Afeganistão, Aaron vê sua filha morrer e descobre que os mercenários da Jericho estão justamente realizando testes para um novo “blackout”.
O episódio não empolga. “Flash Forward” continua perdido no meio de tantas histórias que é impossível dar sentido a todas elas. Falta agora apenas um episódio para o final do seriado, e dificilmente tudo fará sentido. Será que teremos ao menos um final? Ou tudo continuará aberto? Falta uma semana para descobrirmos.

Poxa, que coisa... depois de 2 bons ep, vem o mais aguardado e acontece isso ?? fala sério, ruizinho de mais esse ep..., aquela namorada do Demetri ? pow... um chifrizinho e ela esqueçe tudo ? vá entender as mulheres. E mais uma vez Mark me decepcionou, o cara luta o tempo todo para que a visão dele não aconteça e no final o que ele faz ? isso mesmo. Maek agora está no Hall dos mais buros, junto com Clark Kent, Jack Sheppard, todos os bonzinhos de Heroes e a ressitência de 'V'.
ResponderExcluirEspero que o próximo seja melhor, ou melhor ja espero que não tenha final... assim a decepção será menor.
T+
Olá, André!
ResponderExcluirA história de Mark foi a que mais chamou a atenção - negativamente, claro. Realmente, ele era quem tinha mais clareza sobre o que estava para acontecer e vai fazer justamente o que sabia que não devia? Não dá para comprar essa.
Vamos esperar pelo próximo episódio e ver que final o seriado terá.
Um abraço!