Data Exibição
EUA - The CW: 23/09/11
Após uma sexta temporada irregular, com altos e baixo, “Supernatural” retorna, nos apresentando o novo chefe do pedaço: com os poderes conquistados graças às almas do Purgatório, Castiel nomeia-se Deus e quer colocar ordem na Terra. Como já vimos em muitos outros filmes e seriados, sabemos que isso nunca dá certo. Cabe a Dean, Sam e Bob enfrentá-lo. A grande dúvida é: como enfrentar o Todo Poderoso? O episódio poderia ser melhor, mas foi divertido ver Misha Collins personificando Deus.
Antes de mais nada, nossas desculpas a quem sempre acompanhou os comentários da Taci sobre “Supernatural”. Devido a compromissos acadêmicos e profissionais, ela está temporariamente impedida de escrever as resenhas sobre o seriado. Então, assumi seu lugar até que as coisas se normalizem novamente.
Minha relação com “Supernatural” é um tanto estranha. Só consegui começar a assistir o seriado a partir da terceira temporada. Até então, eu não via graça na dupla de irmãos enfrentando vampiros, lobisomens e outros monstros. Mas, a partir dessa temporada, tomei gosto e passei a acompanhar cada episódio.
Como eu disse no início, a temporada passada foi uma montanha russa. Vimos alguns ótimos episódios e também outros lamentáveis. A história do “Sam sem Alma” cansou e não conseguiu despertar o interesse esperado. A salvação - com o perdão do trocadilho - ficou por conta do anjo Castiel, lutando uma verdadeira Guerra Civil contra outra facção pelo controle do poder no Céu. Um Céu sem Deus, que anda desaparecido sem que ninguém conheça seu paradeiro.
Tudo se complicou no episódio final da temporada anterior, quando Castiel colocou dentro de si todas as almas que estavam no Purgatório. Isso lhe conferiu poderes como o de Deus, capaz de destruir um anjo inimigo com um simples estalar de dedos. Como é comum nos homens, o anjo sucumbiu à tentação e resolveu abusar de seu poder. Essa foi a parte interessante deste episódio: Castiel decide exterminar pregadores que mostram uma visão diferente da sua. Também dizima todos os anjos que discordam dele. No entanto, as coisas não são tão simples: junto com as almas humanas, ele tem agora dentro de si os Leviatãs, monstros antigos banidos por Deus para o Purgatório.
É aí que as coisas começam a se complicar. Lembrei-me do anime japonês “Cavaleiros do Zodíaco”. A cada nova temporada, era necessário inventar inimigos mais poderosos para os heróis enfrentarem. Em “Supernatural”, os irmãos Winchester já enfrentaram aberrações, demônios, Lúcifer em pessoa e anjos (em todas as suas hierarquias). Parece que, na falta de alguém mais poderoso, trouxeram agora os tais Leviatãs, que até então eu conhecia como monstros bíblicos e inimigos em jogos de RPG no videogame. Ao final do episódio, isso pareceu muito estranho e fora do contexto.
Eu esperava - e torcia - por uma temporada muito diferente. Imaginava Castiel espalhando seu poder pelo mundo, até que o Todo Poderoso em pessoa aparecesse e desse um basta nisso. Com os novos monstros no centro de tudo, fica difícil saber o que esperar. A esperança é que os roteiristas tenham ótimas ideias e consigam salvar esta sétima temporada do seriado. Será possível?
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Os roteiristas sempre salvaram as temp...nao tem porque esta ser diferente...os caras sao zikas...as 6 todos pensaram q nao tinha como ser boa mas o final foi emocionante...eh so confia nos caras e deixa rola
ResponderExcluirOlá!
ResponderExcluirEspero mesmo que seja apenas um início ruim e que as coisas entrem logo nos eixos!
Um abraço!